Estudante viajou à Bélgica para festival; conheça o turismo de balada

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A moderadora de conteúdo Gabrielle Correia, de 24 anos, é uma jovem que, para aproveitar as baladas que gosta, precisa se locomover. Ela conta que iniciou a paixão por baladas aos 15 anos, quando ainda ouvia pop frequentemente. Mas, ao completar 18 anos, se apaixonou pela música eletrônica.

“Sou super tranquila para viajar para ir em festas, eu realmente gosto dessa experiência e me preparo para ir”, conta.

Moradora da capital de São Paulo , ela explica que, embora o cenário de festas seja bom, ela faz questão de ir até Lagoinha, interior de São Paulo, para curtir uma festa alternativa com vertente Psytrance. “Não é uma necessidade viajar sempre, porque moro em São Paulo e tem muitas festas.”

O Psytrance, também conhecido como trance psicadélico é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980. As festas que frequenta são em sua maioria em galpões abandonados com todo o tipo de pessoal, um ambiente bem plural e engloba outros gêneros musicais, como o techno e o hard techno .

As viagens duram em média três dias e o perfil das acomodações varia entre hotel, pousada e acampamento, sendo o último o mais comum, segundo Gabrielle, pois “enriquece mais a experiência”. “Geralmente o line-up e data de uma festa é divulgado três meses antes. Então me programo nesse período”, pontua.

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